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Coração: sinais indicam urgência em procurar atendimento médico

27/01/2005

Especialista diz que prevenção e ação imediata reduzem chances de ataque cardíaco

O ataque cardíaco, ou infarto agudo do miocárdio (IAM), é um episódio que chega a acometer 300 mil brasileiros a cada ano (dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia). Por isso, vale a pena conhecer os fatores de risco e os sinais que indicam a necessidade de se procurar um médico com urgência.
"Sofrer um ataque cardíaco é potencialmente muito sério e pode ser fatal em alguns casos. Há episódios, entretanto, em que o paciente sofre danos cerebrais. E outros em que é possível sua completa recuperação. Em qualquer idade, conhecer e evitar os fatores de risco é muito importante. Saber reconhecer os sinais de um infarto agudo do miocárdio também é fundamental, já que a luta contra o tempo pode significar a própria vida", diz o cardiologista Alexandre Santos, do Hospital Santa Paula.
Segundo o médico, homens têm mais que o dobro de chances de sofrer um infarto em relação às mulheres. Entretanto, depois do período da menopausa, as chances se igualam. "A fase mais crítica para os homens começa depois dos 35 anos. Para as mulheres, depois dos 45".
Pessoas da raça negra também são mais predispostas a sofrer um ataque do coração. "Hereditariedade, obesidade, sedentarismo, hipertensão, diabetes, altos níveis de colesterol e triglicérides e fumo também são fatores que predispõem a pessoa a sofrer um infarto", diz Santos.
O cardiologista diz que é preciso buscar atendimento médico imediatamente se houver sinais como "sensação de opressão no peito, dor no lado esquerdo ou no meio do peito - que pode irradiar para o pescoço e para o braço esquerdo -, suor frio e intenso, desconforto acompanhado de tontura, desmaio, sudorese, náuseas e falta de ar". E dá uma dica: "Enquanto aguarda o resgate, tente manter a calma e tome uma aspirina. Em caso de sensação de perda da consciência, o ato de tossir ininterruptamente melhora a irrigação do coração, prejudicada no caso do infarto".
Negligenciar os sinais emitidos, mesmo que sejam breves, pode comprometer as chances do paciente em um próximo episódio.

Fonte: Dr. Alexandre Santos, cardiologista do Hospital Santa Paula

Redação / JBEN / Ex-Libris Comunicação

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