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Vitor Lourenço

Atitudes: Otimismo e Ambiente de Trabalho Positivo

Março/2004

Jesus e seus doze discípulos retiraram-se para a remota localidade de Betsaida. Sua fama o acompanhava de uma cidade a outra, e, embora procurasse descanso, não o encontrava. Toda cidade por que passava clamava por ajuda. Cada aldeão que encontrava tinha uma necessidade. Toda voz gritava seu nome.
Aqueles treze homens passando por um lugar só podiam significar uma coisa: a ajuda que chegava. A notícia espalhou-se rapidamente pelas aldeias e cidades vizinhas. Jesus e os discípulos dirigiram-se para as colinas nos arredores da cidade. Ele via a multidão adensando-se embaixo, às dezenas, às centenas, aos milhares. Aquela onda de gente ia-se aproximando dele. Ao fim da tarde, mais de cinco mil homens, e mulheres, e crianças envolviam o Provedor.
Jesus pediu a Filipe, o matemático do grupo, que fizesse uma estimativa de quantos havia ali. Perguntou também quanto dinheiro seria necessário para alimentar tanta gente.
"Alimentá-los? Senhor, não temos tanto dinheiro. Os salários de oito meses mal seriam suficientes para dar a cada um deles um pequeno bocado. Peça-lhes que vão comprar comida."
André, o jovem discípulo, provido de poucos conhecimentos de matemática, mas de simplicidade na fé, quis juntar-se àquela conferência. Disse André: "Há um menino à frente com cinco pães de cevada e dois peixes. São suficientes?".
Suspirando, Jesus levantou-se, voltou-se para Filipe e André, e disse: "Sim, isso é suficiente. Isso basta. Divida a multidão em grupos de cinqüenta e peça a todos que se sentem sobre a relva. Tragam-me os pães e os peixes". Jesus tomou os pães e, partindo-os, colocou-os num cesto grande que alguém trazia. Dez metades. Da mesma maneira, partiu os peixes. Quatro metades. Nem mesmo o matemático conseguiu entender o que Jesus fazia ao elevar o cesto ao céu, abençoando-o e esforçando-se para mantê-lo erguido. Com um estrondo, ele o deixava cair, transbordante de pães e peixes. Cada discípulo fez o mesmo, alçando cestos com apenas alguns pedaços e soltando-os ao chão transbordantes de comida. A notícia espalhou-se pela multidão muito antes que fossem distribuídos os alimentos. E todos encheram-se de alegria.

João 6:1-13; 3:17

Nada desencorajava Jesus. Nada o detinha. Via oportunidades em toda situação. Enxergava o lado positivo em todas as coisas negativas. O mal tornava-se em bem; a escassez em abundância.
Diz-se que a atitude se demonstra com ações. Jamais homem algum demonstrou atitude mais positiva em suas ações do que Jesus. Aonde quer que fosse, atraía multidões. Sua maneira de ver as coisas, suas palavras, suas ações iluminavam a vida das pessoas. Alguém disse-me certa vez que, se Jesus não houvesse operado milagres, as multidões não o teriam seguido. Ao que respondi: "Que despropósito!". Este país está cheio de oradores que propalam mensagens afirmativas, otimistas, somente assim conseguem encher estádios. No entanto, nenhum milagre é realizado. Para mim, Jesus tinha mensagens que mereciam ser ouvidas: ele trazia boas novas. Isso é que atraía multidões, não os milagres. Onde Filipe viu uma grande massa faminta, Jesus viu esperança. Onde André viu dois pães e dois peixes, Jesus viu um banquete. Tudo depende de nossa maneira de ver as coisas.

PRECISAMOS MUDAR NOSSA MANEIRA DE VER AS COISAS

Lembra-se da história dos dois pedreiros? Um homem que passava parou para admirar a habilidade de dois trabalhadores que assentavam tijolos. Ao primeiro perguntou o que estava fazendo, e ele respondeu, grosseiro: "Estou assentando tijolos". Embaraçado, dirige-se para o outro pedreiro e lhe faz a mesma pergunta, ao que este responde: "Estou construindo uma catedral!". O primeiro é pessimista; o outro, otimista. A maneira pela qual vemos as coisas depende de como as abordamos, o que também tem uma íntima relação com o resultado.
O otimismo pode ser mais bem entendido por meio de uma imagem. O otimismo mantém os olhos do navegante, a caminho de casa, fixos na praia de seu lar; o otimismo faz que o doente de câncer viva um dia mais; o otimismo recomenda ao lojista que abra as portas de manhã; o otimismo demove o coração do "Eu posso" para o "Eu vou conseguir", e, muitas vezes, para o grandioso "Eu consegui". O otimismo construiu o canal do Panamá; o otimismo colocou os pés do homem sobre a Lua; o otimismo, tantas e tantas vezes, mudou o curso da história.
O otimismo geralmente está associado ao entusiasmo. "Otimismo" provém do latim optmu que significa "muito bom", "excelente". "Entusiasmo", por sua vez, origina-se do grego entousia, que significa "por deus". Juntando as duas, temos que 0 otimismo é o excelente poder inspirado por Deus! Jesus muitas vezes falava de fé. Isso não é otimismo? Mover montanhas requer fé, mas também muito otimismo. Requer fé em Deus e uma atitude positiva. Não obstante, um ingrediente também é essencial: a organização.
O segundo pedreiro da nossa história podia realmente acreditar que construía uma catedral, mas, se não colocasse os tijolos um em cima do outro de forma sistemática, acabaria construindo algo mais parecido com um forno de tijolos que com uma catedral. Otimismo e entusiasmo devem estar acompanhados de organização, para que alcancemos nossas metas. Esta deve estar dirigida para um propósito.
Isso me faz lembrar uma mãe frustrada, cujos filhos gêmeos agiam de maneira completamente oposta. Jason era o eterno otimista, ao passo que Michael, o eterno pessimista. Para Jason, toda nuvem era revestida de prata; para Michael, cada nuvem era prenúncio de chuva. A mãe cansou-se de querer agradar a ambos dando-lhes o mesmo tratamento. Por mais que tentasse, um se agradava com isso, enquanto 0 outro sempre encontrava de que reclamar. Finalmente, sem saber mais o que fazer, a mãe arrasta o menino para um psicólogo e implora-lhe que faça algo.
"Ora", disse o psicólogo, "a solução está no equilíbrio. Se pusermos o pessimista Michael em contato com coisas boas, ele se tornará um otimista; se fizermos o contrário com Jason, ele verá o lado mau."
Conforme orientação do doutor, tanto ele quanto a mãe observariam os garotos em diferentes salas. O sombrio Michael sentou-se rodeado de brinquedos novos, computadores, jogos e quebra-cabeças. A mãe, toda ouvidos, ouve o menino exclamar: "Sei que o Tommy tem um caminhão maior que este. Chama a isso de computador? Posso cortar minha mão nessa caixa".
A mãe dirige-se então para a outra sala e observa Jason alegremente sentado num monte de estrume. Sim, estrume! Ficou boquiaberta ao ver o filho otimista atirando para o ar punhados de estrume. Ouviu depois o menino dizer consigo mesmo: "Vamos, apareça. Com um montão de estrume, eu sei que tem um pônei por aqui".
Uma observação importante acerca do otimismo e seu efeito sobre as atitudes: o otimismo entusiasmado é contagiante. Como um vírus da felicidade, propaga-se rapidamente, contagiando todos ao redor com seu grande poder. É por isso que adoro freqüentar seminários sobre motivação. Um orador de projeção nacional caminha por entre os ouvintes, abraçando-os e rindo. Ou seja, ele os faz sentir-se bem, antes mesmo de lhes dizer como se sentir bem. Assim como qualquer vírus, entretanto, o otimismo tem suas antitoxinas.

O OTIMISMO E SEUS INIMIGOS

Medo. O medo é inimigo mortal das atitudes afirmativas. O medo gera incerteza. O medo nos torna pessimistas. O medo impede de nos aventurar por águas desconhecidas. O medo nos afasta dos riscos.
Desconfiança. A confiança é vital para o otimismo; a desconfiança, a mãe do negativismo. Diz-nos ao ouvido a Desconfiança: "Mentiste uma vez para mim; não posso acreditar em ti".
Ressentimento. O otimismo não pode existir em lábios que só reclamam. Até mesmo 0 otimista sabe que um cachorro que mostra os dentes não está sorrindo, ainda que abane a cauda. O otimismo afasta-se do ressentimento.
Indiferença. Quem é que se preocupa?
Insegurança. Este é um veneno mais fraco que o medo. A insegurança diz ao medo: "Não creio que vá conseguir", que precede o "Não posso".
Ansiedade. A preocupação abala o otimismo, faz estralarem os ossos. A ansiedade questiona o possível e torna-o impossível.

OITO LIÇÕES DE OTIMISMO

Uma atitude afirmativa em nosso local de trabalho pode tornar o irrealizável em realizável. A liderança é essencial. Uma jangada cheia de sobreviventes otimistas não irá longe se o capitão fizer um furo na embarcação. Lembremo-nos de que otimismo e entusiasmo se propagam. Devemos disseminá-los. Ao longo dos anos, tenho aprendido muitas lições a esse respeito. Acredito que você há de achá-las tão úteis quanto eu as achei.

Primeira lição:
AS PESSOAS SE TORNARÃO AQUILO QUE ESPERAMOS QUE ELAS SE TORNEM

Lembra-se da experiência educacional de alguns anos atrás, chamada efeito Pigmalião? Em resumo, dizia-se a vários professores, no início do ano, que certos alunos eram fracassados, enquanto outros eram brilhantes. Em verdade, todos os alunos formavam um grupo homogêneo. Os resultados da experiência eram previsíveis: no término do ano letivo, os alunos com notas mais baixas eram aqueles que os professores haviam dito que fracassariam, enquanto que os exitosos foram os que os professores haviam preparado para que o fossem. O mesmo ocorre com nossos funcionários. Se não os limitamos, não nos desapontam. Devemos acreditar que todos têm bom potencial, que são todos "alunos nota 10".

Segunda lição:
SOMOS UMA MENTE DOTADA DE CORPO, E NÃO O CONTRÁRIO

Em nossa sociedade, obcecada pelo sexo, este adágio vem a calhar mais que nunca. Embora eu me comova com a trágica história do ator principal de Superman, Christopher Reeve, que ficou paralítico em virtude da queda de um cavalo, anima-me o espírito indômito da esposa dele pelo autocontrole que demonstra. Disse ela, durante uma entrevista, que o corpo ao lado do qual estava sentada, o corpo que necessitava de auxílio de aparelho para respirar, não era Christopher Reeve. Chris estava dentro. O que ela via era apenas um invólucro. O mesmo acontece conosco. Ela entendeu que, vendo as coisas num horizonte mais amplo, somos limitados pelo que acreditamos que nos limita. Há muito mais em nosso espírito do que podem ver nossos olhos.
Durante meus dias de faculdade, desanimei a ponto de desistir. Recordo-me quando estava sentado do lado de fora do gabinete do reitor, aguardando ser chamado. Foi quando ouvi por acaso uma jovem dizer-lhe do encanto que era a vida e de quão maravilhoso era estar vivo e poder freqüentar uma escola. Por mais de trinta minutos, ouvi-a falando de uma visão afirmativa da vida. Quando chegou minha vez de falar, o reitor a conduziu até a porta. Ao passar diante de mim, vi uma moça de dezoito anos, de baixa estatura, locomovendo-se numa cadeira de rodas especialmente projetada para seus membros horrivelmente disformes. Ele abriu a porta para ela, e eu me retirei também, decidido a nunca mais reclamar da vida. Ela sabia a segunda lição, e, sem o saber, ensinou-a a mim.

Terceira lição:
O QUE CONTA NÃO É O QUE TEMOS, MAS O QUE USAMOS

Você já deve ter ouvido histórias de jovens estudantes dotados ele grande inteligência, os quais, porém, acabaram a vida entregando pizza. O mundo nunca saberá quantos talentos promissores se perderam pelos caminhos da vida. Talvez você não seja um dos gerentes mais brilhantes; mas lembre-se de que homens e mulheres mais talentosos que você tentaram e falharam, e, o mais das vezes, nem mesmo tentaram. Use os talentos que Deus lhe deu e esqueça a competição.

Quarta lição:
AS ATITUDES MANIFESTAM NOSSO INTERIOR

Segundo Jesus, aquilo que vai no coração do homem, ele o demonstra. Um provérbio chinês diz o mesmo da seguinte forma: simule a alegria que não sente e em pouco sentirá a alegria simulada. As atitudes são paradoxais. Se temos uma atitude positiva e uma visão otimista ela vida, tornamo-nos positivos e otimistas interiormente. Então, aquilo que está no interior se externará. Trata-se de "vencer ou vencer".

Quinta lição:
AS MÁS ATITUDES TAMBÉM SÃO CONTAGIOSAS

Assim como bons procedimentos são contagiosos, os maus também são. Tenho-os visto destruir relacionamentos. Tenho visto carreiras destruídas por causa deles. A razão pela qual tenho tido a infelicidade de ver esses males explica-se pelo fato de alguém em posição de comando não conseguir matá-los ainda no nascedouro. Maus modos de proceder alastram-se como fogo e, num ambiente de trabalho, geralmente são mais prejudiciais. Podem-se substituir computadores e escrivaninhas, mas não se substituem vidas arruinadas com tanta facilidade. É menos doloroso fazer uma pequena cirurgia do que enterrar restos mortais.

Sexta lição:
PRESSÃO FÍSICA, EMOCIONAL E MENTAL AFETAM NOSSO COMPORTAMENTO

Não importa que conferencista ou escritor de "livros de autoajuda" procuremos, todos dirão a mesma coisa: devemos permanecer em boas condições físicas, mentais e emocionais, pois, caso contrário, nada nos adianta ter procedimentos positivos. A fadiga é um torturador sem piedade. É preciso, portanto, que descansemos. Permaneçamos em forma. Tenhamos nossas horas de "descontração". Estamos em luta pela vida. Cuidemo-nos! Ordens do médico!

Sétima lição:
TENHAMOS ABSOLUTO CONTROLE SOBRE NOSSO COMPORTAMENTO

Por mais que tentemos, não podemos controlar os impostos, não podemos mudar a cor do semáforo quando estamos com pressa, não podemos fazer sorvete que não derreta, não podemos fazer o Sol girar mais rápido. Muitas são as coisas que não podemos mudar, ou que não vale a pena mudar. Todavia, uma coisa existe, a qual podemos controlar, e somente nós: nossas atitudes. Eu não posso mudar sua maneira de proceder, nem você pode mudar a minha. Nessa luta, somos capitão, comissário de bordo e passageiro.

Oitava lição:
AMEMOS NOSSO TRABALHO

Ninguém é remunerado para fazer aquilo de que realmente gosta. Pensando bem, os esportistas e músicos de projeçâo mundial, cantores de rock e políticos, empresários e ministros, todos gostariam de fazer outra coisa. Todos gostaríamos de estar com a família e os amigos. Todos gostaríamos de passar nossos dias na terra ao lado das pessoas que temos em maior estima. Seja como for, ninguém nos paga para fazermos essas coisas. Como temos de trabalhar, mesmo quando não queremos, por que não pôr em prática a oitava lição e aprender a amar o trabalho? Se não podemos amá-lo quando 0 odiamos, imaginemos como nos sentiremos melhor quando começarmos a gostar do que fazemos.
Em lugar de nos levantarmo-nos da cama queixando-nos do trabalho, digamos a nós mesmos: "Eu podia estar engrossando a fila dos desempregados esta manhã, mas, graças a Deus, tenho um emprego". Ao cumprir o ritual de todas as manhãs, diga a si mesmo: “Não vejo a hora de me encontrar com...", e nomeie alguém que gostaria de ver ao chegar. A caminho do serviço, faça uma lista das coisas que o emprego permitiu-lhe comprar: suas roupas, a casa em que mora, o automóvel em que se locomove e o alimento que come. Quando começar a ver que sua situação está muito melhor que a da maioria, começará a valorizar o trabalho. Quanto mais valorizá-lo, tanto mais o amará.

COMO MELHORAR NOSSAS ATITUDES

Você já está convencido agora de que precisa adotar procedimentos positivos? Gostaria de vê-los em seus funcionários?
E quanto à família? Permita-me dar-lhe cinco conselhos que o animem a começar. Simplifiquei-os ao máximo.
Trate seus subordinados com respeito. Não encontramos nas palavras de Jesus nada que denuncie desrespeito para com seus discípulos. Honrava-os, tratando-os como desejava ser tratado. Ocasiões havia em que se mantinha firme ou em que tinha de disciplinar, mas sempre o fazia com dignidade e respeito.
Estimulemos a auto-estima valorizando a todos. Cada um na sua empresa tem um propósito, e cabe a você encontrá-lo e certificar-se de que todos estão na função certa. Faça com que cada um se compenetre de que as tarefas não serão realizadas, se não as realizarem e de que são vitais para a saúde da empresa.
Evitemos comparações. Nenhum pai deve comparar o filho atleta com o filho músico. Nenhuma mãe deve comparar seus gêmeos. Da mesma maneira, não devemos comparar as habilidades de um funcionário comas de outro. Quando comparamos pessoas, apenas deixamos envaidecidos os que consideramos os melhores e depreciamos, obviamente, os outros. O engraçado nisso é que o vencedor acaba sendo perdedor, porque, afinal de contas, o eu dele precisa de comparações para desenvolver-se. Em pouco tempo, entenderá que sua importância é relativa.
Salientemos o êxito, não o fracasso embora eu não seja um admirador de Skinner, o behaviorista, reconheço que a obra dele tem algum mérito. Conforme sua teoria, se repetimos uma ação com bastante freqüência, ela é inculcada e torna-se um hábito. Ensinamos, desde cedo, nossos filhos a escovar os dentes toda noite, de maneira que o hábito se arraigará. Disseram-me que qualquer série de exercícios que dure quatro semanas se tornará hábito permanente. Assim também com o sucesso e o fracasso. Fracasse com freqüência e a derrota lhe cobrará direitos. Devemos salientar os sucessos e minorar os fracassos de nossos funcionários. Basta-lhes o que sentem diante dos estragos; não é necessário martelar-lhes os ouvidos. Antes, elogiemos e sejamos gratos.
Evitemos emulação mas estabeleçamos objetivos individuais. O esforço de equipe é a melhor maneira de, formar bons procedimentos entre os membros. Jesus construiu uma equipe. Líderes militares constroem equipes. Nos esportes, geralmente temos equipes. Não estou dizendo que a competição é ruim, mas atitudes do tipo "tudo ao vencedor", entre os membros, arruínam as atitudes afirmativas que estamos tentando inculcar.
Não consideremos tudo como mérito nosso. Se queremos más posturas entre os empregados, basta considerar como mérito nosso aquilo que eles conseguiram. Ninguém gosta de somar esforços com um egocêntrico. É difícil ser otimista quanto a nossas idéias se todas elas pertencem a outro.
Confiemos nos motivos de nossos subordinados. Acredito que pessoas muito deprimidas são boas e desejam fazer o que é certo. Mo querem desapontar e, a não ser que o mereçamos, não têm o propósito de nos destruir. As coisas acontecem. Más idéias surgem e põem as coisas a perder. Em tudo e por tudo, talvez nossos subordinados sejam excelentes pessoas, bastando obterem reconhecimento por ser honestos. Geralmente, são sinceros e bemintencionados.
Acreditemos que nosso trabalho é relevante e necessário. Temos duas alternativas em relação a nosso trabalho. Ou lutamos por ele, envolvemo-nos com ele e o vemos como uma contribuição vital à sociedade como um todo, ou deixamo-lo. Aceitemos isso, ou não. Se aceitarmos, trabalhemos com todo o fervor. Devemos proceder como se estivéssemos vivendo o último dia de nossa vida.
Ao cumprimentar apertemos a mão, com um sorriso. Toda pessoa com quem travamos conhecimento é a mais importante no mundo. Trate-a assim e ela retribuirá. Seja você homem ou mulher, aperte a mão com vigor. Aperte como quem segura a tampa emperrada de uma embalagem cie vidro. Olhe nos olhos das pessoas e sorria. Faça de conta que elas estão dando-lhe um cheque com o qual saudará todas as dívidas.
Elogiemos o pessoal. Pensemos em coisas boas que dizer a cada membro cio quadro de funcionários que estiver por perto. Talvez seja preciso procurar por algo. Ainda que estejam trabalhando no mesmo projeto há dias, devemos elogiá-los. Elogiemos o aspecto agradável do local de trabalho, a moderação nos telefonemas particulares. Elogiemos as atitudes. Quanto maior a sinceridade no logiar, melhores hão de tornar-se.
Vez por outra, convoque um encontro de incentivo. Meus funcionários sabem que detesto reuniões, mesmo as boas. Considero a expressão "boas reuniões" uma contradição. Às vezes, porém, organizo encontros, apenas para animar o pessoal. Observem suas reações. Os funcionários se reúnem, e eu entro por último. Digo a eles quanto os admiro, como são maravilhosos, quanta falta eles me fariam e que gostaria que ficassem sabendo disso. Em seguida, dispenso-os. Além de ficarem extremamente felizes, saem muitíssimo mais otimistas.
Leiamos a Bíblia. Compreendo que os leitores deste livro têm, cada um, uma formação diferente. Sei que alguns têm muita fé em Deus, outros, pouca, e outros ainda, nenhuma. Mas, indiferentemente das denominações ou religiões, minhas palavras são poucas para enfatizar a necessidade da leitura desse grande livro - a Bíblia. O fio da esperança corre através de suas páginas. Suas palavras inspiradoras têm mudado os corações há mais de seis mil anos. Nações surgiram por causa desse livro. Reis o seguraram entre as mãos na hora da morte. Portanto, qual a desculpa para não ler a Bíblia? É necessário lê-Ia, caso desejemos obter êxito na busca do otimismo e das atitudes afirmativas.

CONSELHOS PRÁTICOS

1. Tome a resolução de contagiar imediatamente o quadro de funcionários com o vírus do otimismo.
2. Lembre-se de que as pessoas corresponderão às suas expectativas.
3. Peça a um amigo que lhe recomende uma versão da Bíblia, e comece a lê-la.
4. Extermine as más atitudes no nascedouro.
5. Pense em algo positivo para dizer a alguém todos os dias.

Texto extraído do Livro:

"Os 25 Problemas mais Comuns nos Negócios"
Autor: Jim Zabloski
Editora Vida

Dimensões: 280 Páginas / 14x21cm
Cod. do Produto: 85-7367-073

No site da Editora Vida:
Link: Livraria On Line / Atualidades / Página 2.

Jim Zabloski / Editora Vida

Redação / JBEN / Editora Vida

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